Comunicado IDP sobre o Dia da Europa - 9 maio 2013
Comemoramos o dia da Europa neste 9 de maio de 2013 com vários pesadelos a pairar sobre a União Europeia, em particular nos países do Sul: a classe trabalhadora tem cada vez menos trabalho, a classe média tem cada vez menos meios e a classe dirigente tem cada vez menos classe. E estes países do Sul [...]
Será Sócrates o “coveiro” da dívida? - Ricardo Gonçalves
Acusar Sócrates e o seu Governo de ter tido uma política demasiado expansionista em 2009 e 2010 é uma crítica perfeitamente aceitável e de qual também partilho. Mas Portugal foi vítima do pânico financeiro, e esse sim foi o principal motivo de termos chamado ajuda externa. Isto também me leva a criticar a defesa afincada de José Sócrates relativamente ao PEC IV. O PEC IV não iria salvar coisíssima nenhuma, nem nos livrar da ajuda externa. O único elemento que nos poderia salvar seria o PEC IV, em conjunto com uma intervenção pronta do BCE em mercado secundário, como o que acontece agora.
Ricardo Gonçalves - Eurobonds: a solução europeia
Os eurobonds são uma forma de evitar que hajas fugas de liquidez dos países do sul, no que diz respeito à sua dívida pública, já que fazem com que o financiamento dos países provenha do mesmo mecanismo ( das Eurobonds). Assim, usando euros não será possível desinvestir em dívida pública portuguesa, por contrapartida de investimento em dívida alemã. Estas diferenciações deixarão de existir no mercado, e o risco será observado como sendo da zona euro como um todo. Esta aproximar-se-á do tipo de financiamento dos EUA, que têm diversos Estados, mas uma só via de financiamento, e uma instituição de suporte (a Reserva Federal), que no caso europeu será o BCE.
Perspetivas de Mercado (28/01) - João Pinto, GT Economia e Finanças
FINCOR Weekly Market Perspectives 28/01/2003 from João Pinto
NOTA DA CONJUNTURA - Promover as relações especiais Portugal – Brasil
Portugal e o Brasil são duas nações que se encontram indelevelmente ligadas. Após a descoberta oficial do Brasil e findo o período das capitanias e do vice-reinado, estiveram associadas como Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves durante um período de dez anos, entre 1815 e 1825, data do reconhecimento português da independência brasileira. Nos quase dois séculos que se seguiram, souberam criar uma convivência sem paralelo na história diplomática mundial.
A Crise Financeira e a Coesão Europeia: Comunicado do IDP
A crise económica de 2010 - cujos indicadores são relativamente bem conhecidos - está a expor as vulnerabilidades da Zona Euro a que Portugal pertence. Esses pontos fracos vão exigir decisões políticas a muito curto prazo se a União Europeia quiser continuar a ser uma união interdependente e um modelo de coesão entre Estados, e [...]
Comunicado do IDP sobre as Eleições Europeias
Um espectro paira sobre a Europa, o espectro da crise que começou por ser financeira e que hoje se descobre que é económica, social e moral. O coração da Europa vacila entre as incertezas do futuro e o forte sentido que a independência dos povos europeus confere e exige.
Em tempo de eleições para o Parlamento [...]






