Uma questão de regime
30% dos portugueses preferem a monarquia, afirma a Televisão espanhola
Portugal, março de 2013 - Editorial IDP Mendo Henriques, presidente da Direção.
“Portugal, março de 2013. No terreno abandonado pela social democracia, reside o campo de batalha entre forças desiguais: de um lado, grupos sociais e classes profissionais humilhadas e empobrecidas ; do outro, uma oligarquia na qual participam os dirigentes dos partidos do arco da governação, de direita e de esquerda, os grandes gestores, os banqueiros [...]
O insólito mata o regime
Frederico Brotas de Carvalho, Membro da Direção do IDP
Foi ontem anunciado que o Canal Parlamento virá a integrar no pequeno universo dos programas da TDT, a televisão digital terrestre.
Tal decisão está ainda pendente da apreciação do Tribunal de Contas, já que comporta custos de emissão a suportar pelo próprio parlamento.
Devemos assinalar o acontecimento como da [...]
Vídeo IDP: Nós e os Governantes - Temos de Agir Já!
Veja em alta-definição AQUI.
Comunicado: O IDP no Encontro de Coruche
O IDP esteve presente no Encontro de Coruche, a 9 de Janeiro de 2010, com representantes de diversos Fóruns Monárquicos da internet. Da reunião de trabalho resultou o interesse da elaboração de uma cartilha sobre a transição para a monarquia de base democrática e pluralista, como instrumento de dignificação do Povo português e da expansão [...]
LANÇADA «CONSTITUIÇÃO 2.0»
Teve lugar hoje, 11 de Julho de 2009, no Museu das Comunicações em Lisboa o debate de lançamento da iniciativa Constituição 2.0 - um projecto do Instituto da Democracia Portuguesa (IDP) que consiste numa plataforma wiki (à semelhança da Wikipédia) onde todos podem colaborar na redacção de uma nova Constituição para Portugal.
D. Duarte: «Não é saudável para para a democracia deixar o monopólio da representação política a uma espécie de “clubes fechados”»
Entrevista ao Jornal “O Diabo” 17/03/2009
«Os grandes investimentos em obras públicas vão aumentar a nossa dívida pública, que cresce em dois milhões de euros por hora, e não contribuem para resolver o problema»
«Há falta de participação dos cidadãos devidamente organizados nas decisões que comprometem o nosso futuro»
«Corremos um grave risco de falta de abastecimento alimentar quando a crise financeira portuguesa se agravar»






